EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR OUVIDOR DO CONSELHO FEDERAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL
Ao homem público, que tem o dever de prestar informações, quando formal e legalmente questionado, não é dado o direito de agir com desídia, não respondendo, ou respondendo diversarmente do que lhe é perguntado, menosprezando a inteligência dos requerentes, seja por mero prazer ou por falta de argumento.
Perdoe-me a franqueza, mas a bem da verdade devo confessar que o tratamento que lhe dispenso se dá muito mais por conta da educação que me foi ensinada pelos meus pais, do que pelo realmente o senhor merece.
E digo isso sem qualquer temor de errar. Indesculpável sob todos os aspectos a atuação dessa douta Ouvidoria.
Há mais de ANO E MEIO, ( PROTOCOLO 2009.18.00827-01 - 10/02/2009 - 15:59:000)fiz sérias e documentadas denúncias envolvendo os transitórios da OAB do Paraná. Sim, contra os transitórios da OAB, diferentes da Instituição que ainda imagino ser séria, em que pese claras demonstrações contrárias.
Não vou me alongar em comentários a respeito de fatos, pois quero imaginar que pelo menos meus documentos postados e recebidos por este órgão, tenham sido ao menos lidos.
E se o foram, não consigo dentro do meu humilde conhecimento compreender a razão de tamanha desídia. Não encontro outra designação não ser essa. Se a prevalência do espírito de corpo, sobre qualquer outro já é condenável, pesa muito mais a falta de educação de não responder um documento cujo autor é perfeitamente identificado, e cujos termos foram absolutamente respeitosos e claros.
Não existe dificuldade nenhuma em se comprovar os fatos lá descritos. A comparação literal entre os paradigmas apresentados e a pergunta formulada,,dispensa alto saber jurídico e léxico. Não existe a necessidade de qualquer diligência especial,nem sequer ouvir testemunhas.Simplesmente examinar documentos.
Ao homem público, que tem o dever de prestar informações, quando formal e legalmente questionado, não é dado o direito de agir com desídia, não respondendo, ou respondendo diversarmente do que lhe é perguntado, menosprezando a inteligência dos requerentes, seja por mero prazer ou por falta de argumento.
Perdoe-me a franqueza, mas a bem da verdade devo confessar que o tratamento que lhe dispenso se dá muito mais por conta da educação que me foi ensinada pelos meus pais, do que pelo realmente o senhor merece.
E digo isso sem qualquer temor de errar. Indesculpável sob todos os aspectos a atuação dessa douta Ouvidoria.
Há mais de ANO E MEIO, ( PROTOCOLO 2009.18.00827-01 - 10/02/2009 - 15:59:000)fiz sérias e documentadas denúncias envolvendo os transitórios da OAB do Paraná. Sim, contra os transitórios da OAB, diferentes da Instituição que ainda imagino ser séria, em que pese claras demonstrações contrárias.
Não vou me alongar em comentários a respeito de fatos, pois quero imaginar que pelo menos meus documentos postados e recebidos por este órgão, tenham sido ao menos lidos.
E se o foram, não consigo dentro do meu humilde conhecimento compreender a razão de tamanha desídia. Não encontro outra designação não ser essa. Se a prevalência do espírito de corpo, sobre qualquer outro já é condenável, pesa muito mais a falta de educação de não responder um documento cujo autor é perfeitamente identificado, e cujos termos foram absolutamente respeitosos e claros.
Não existe dificuldade nenhuma em se comprovar os fatos lá descritos. A comparação literal entre os paradigmas apresentados e a pergunta formulada,,dispensa alto saber jurídico e léxico. Não existe a necessidade de qualquer diligência especial,nem sequer ouvir testemunhas.Simplesmente examinar documentos.
Os documentos mencionados no questionamento encontram-se acostados no recurso que há mais de dois anos passeia pelo Brasil, numa desobediência explícita a qualquer norma administrativa.
O mérito do recurso apresentado, já em tom de desabafo,demonstrando inúmeras irregularidades, sequer foi apreciado de maneira devida.
Mas a questão não é de julgamento de recurso. Para isso conto com um procurador. Trata-se ,de mais uma demonstração inequívoca da ineficiência das ouvidorias, que diante da inércia incompreensível, só pode estar “estudando uma resposta” daquele tipo famoso: “ NEM SIM, NEM NÃO, MUITO PELO CONTRÁRIO’.
Lamento Excelência de ter de assim me dirigir, e lamento mais ainda de ter de assim chamá-lo, expressão por demais importante para ser ostentada por alguém que sequer se preocupa em responder um questionamento legal.
Resta-me somente rogar um favor. Envie-me por gentileza o endereço do Bispo do Distrito Federal.. Só me falta reclamar pra ele, como nos tempos de entanho .Só por favor, não demore mais um ano e meio .
Indignadamente ,
GUARACI JOAREZ ABREU
O mérito do recurso apresentado, já em tom de desabafo,demonstrando inúmeras irregularidades, sequer foi apreciado de maneira devida.
Mas a questão não é de julgamento de recurso. Para isso conto com um procurador. Trata-se ,de mais uma demonstração inequívoca da ineficiência das ouvidorias, que diante da inércia incompreensível, só pode estar “estudando uma resposta” daquele tipo famoso: “ NEM SIM, NEM NÃO, MUITO PELO CONTRÁRIO’.
Lamento Excelência de ter de assim me dirigir, e lamento mais ainda de ter de assim chamá-lo, expressão por demais importante para ser ostentada por alguém que sequer se preocupa em responder um questionamento legal.
Resta-me somente rogar um favor. Envie-me por gentileza o endereço do Bispo do Distrito Federal.. Só me falta reclamar pra ele, como nos tempos de entanho .Só por favor, não demore mais um ano e meio .
Indignadamente ,
GUARACI JOAREZ ABREU

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